sábado, 29 de novembro de 2008

Girl interrupted !!

Have you ever confused a dream with life? Or stolen something when you have the cash? Have you ever been blue? Or thought your train moving while sitting still? Maybe I was just crazy. Maybe it was the 60's. Or maybe I was just a girl, interrupted"

sábado, 11 de outubro de 2008

Same mistake


Qndo a gente olha pros nossos olhos e não conseguimos nada alem do eco de nossas escolhas.
Não me dêem escolhas pois cometerei os mesmos erros `Same mistake`, e por mais q meu coração esteja em minhas mãos agora, nestes todos momentos, eu não posso, não tenho o privilegio de freiar a locomotiva de minha vida.
As vezs as escolhas de nossas vidas não são escolhas são sentenças. Pagamos caro por elas, não temos o poder de efeito borboleta em nossas mãos.

Será isso destino, Maktub, esta tudo escrito!

As vezs achamos com a certeza infinita em nossa alma de que encontramos a famosa alma gêmea.

- A alma gêmea rsrs... -

.......................................... (patético, no exato significado da palavra qndo se apaixona demasiadamente e fica absurdamente enluarado))

Não encontrei a alma gêmea, mas encontrei alguém que me entendia ou então se esforçava para me entender, alguém q poderia se anular para me deixar com a razao, mesmo q eu msmo saiba q não tinha nenhuma razão, mas se anulava por amor.
Alguém q mais acreditou em mim na minha vida, acreditou mais do que meus pais, torcia por mim, sofria qndo não conseguia algo q almejava, como se minha derrota fosse sua própria, e se estivesse feliz sua felicidade seria em dobro. E isso era pq me amava.
Uma pessoa que me fazia chá qndo estava doente, que me levava pra conhecer o melhor que minha pacata cidadezinha poderia oferecer.. as melhores comidas, os melhores sabores e as melhores brisas batendo em meu rosto, isso ela também me proporcionou.
Poderia ficar horas interessado em suas conversas, admirando sua risada e seu sorriso lindo, perto dela me via como era sortudo e nem um dia sequer eu agradeci a Deus por te-la colocado em minha pacata vidinha.
Ela mudou a minha vida..
O melhor sexo transcendental foi com ela. Qndo boca, mãos, braços pele e sexo se misturam. E o sexo transcende e gozamos com o coração .. (depois dela eu nunca mais gozei com o coração)
e eu a abandonei.

Eu fugi dela, eu abandonei no momento em que ela mais precisou de mim, e nunca mais tive coragem de aparecer.

Ate hj tento entender pq fiz isso. Pq tive medo, medo de viver somente aquela felicidade pois somente hj reconheço.. Pq troquei pela minha liberdade pra sentir prazeres efêmeros e descartáveis como um pãozinho de padaria, podendo ser doce, amargo mas geralmente totalmente sem sal, e ainda mais sem açúcar.



Pq quis viver outras experiências, pq me iludi por essa cidade e tudo o que eu ACHEI que ela poderia me oferecer de novo e inesperado.

Talvez não tenha sido uma escolha. Era a pessoa certa no momento não certo.
Necessitei agir assim.. Meu coração impulsivo me ordenou, e eu obedeci.


É inútil lutar contra o inevitável, ela não era pra mim, assim como eu não sou pra ela..
Mas hj reconheço foi a única pessoa que amei depois de minha família. A ÚNICA . nada foi mais intenso, puro e tocante qnto ela.

Sinto saudades, sinto falta da sua compreensão, da sua segurança, sua pele.

Hj ela ta longe e td sua disposição pra amar esta direcionada para outra pessoa, que espero q seja msmo merecedora de tamanha dádiva.

Hj não sei se me ama mais, acredito que me esquecer não vai jamais, não q me orgulhe, pois em suas lembranças hj talvez não passe de uma imagem sobre mim de um moleque egoísta. E reconheço fui msmo! E to pagando um bocado por isso.

Mas qeria que um dia soubesse o qnto sou grato por ela, e que sinto muito por te-la feito sofrer como suponho que tenha sofrido.

Se talvez pudesse voltar no tempo, como efeito borboleta, acredito que faria td de novo.. Eu ainda a amo, mas sei q não posso faze-la mais feliz. Eu mudei .. Minha inocência se esvaiu..

Hj estou mudado, ela mudou, como um prato quebrado, que mesmo colado da mais perfeita forma, sempre será um prato quebrado com as partes coladas, passível de descolar.. e eu tenho certeza que esses pratos sempre descolam..

Pensei em voltar atrás, mas o orgulho fala mais alto, o tapa na cara da vida como um alerta que paginas viradas não se permitem voltar.. mas que eu poderia ser o melhor pra ela, eu sei.. mas eu não tenho esse direito..

Esse mundo é tão grande, mas ate agora nessa madrugada, não apareceu ninguém melhor, ningúem parecido ao menos.. Eu preciso me perdoar e abrir meu coração pro amor me buscar de novo. Bater de novo na minha porta e qndo ele voltar eu juro, vou segura-lo com todas as minhas forcas leoninas.. mas ele não qer fazer as pazes comigo, o amor me virou as costas.. e eu como um menino suplica sua volta o mais urgente possível.

Eu não qro qqer amor, eu não qro beijo de segunda mão. Eu qro alguém feitinho pra mim..

Eu não qeria cantar pra ninguém a canção q eu fiz pra ela, mas as canções se renovam mesmo que a original, seja sempre a eterna.




Qro sentir meu coração palpitar de paixão de novo.. eu sei que mereco, embora alguns necessitem assistir minha inquisição ...

Talvez esse amor não venha mais!! Não é possível, ele vem, mas não sei qundo, não sei por onde... mas a porta esta aberta, não escancarada, a senha para a passagem é secreta e nem todos estão dispostos a conquista-la... enquanto isso continuo sobre a mesma condição, distraindo a verdade, enganado o coração ((Pato Fu)

Esta passando, estou me descobrindo este é o momento de eu comigo msmo.. preciso me preparar pois se o amor bater em minha porta de novo não sera permitido encontrar o msmo..

Embora eu nunca mais serei o mesmo..


Mas dela, só me resta saudade, a lembrança de um momento que era feliz e não sabia, a incerteza se fiz a escolha certa, a certeza que não posso voltar atrás, a vontade de te-la só por uma noite, mas ainda me restam os sonhos...

Escolhas são bumerangues elas sempre voltam pra vc!!

Mas não se preocupem eu já a capturei de volta, aceitei a resposta, e say ok!!

Eu não vou voltar atrás e se pudesse eu não voltaria... mas amei .. hj eu sei .. e um dia eu sinto isso de novo, não sei qndo .. mas hj meus 24 anos zombam de minha cara.. esse meu medo de não amar pela segunda vez um dia vai ser tão ridículo qunto a hipótese que se passou em tentar voltar atrás ..

E dormir pro dia nascer feliz!!

Augusto , 24 anos.. por enquanto..


sábado, 27 de setembro de 2008

O diabo veste Prada

Todos os filmes dirigidos por Tim Burton e estrelado por Jhonny Depp, excentricos..Efeito borboleta...segundas intenções...edwards mãos de tesoura(com winona ryder)...titanic(classico é classico)..garota interrompida(com Angelina jolie e Winona Ryder)..deixe-me viver...GIA(com angelina jolie)..tres formas de amar..duas vidas e um destino...meu primeiro amor...KIDS...Cristiane F...cidade dos anjos....beleza americana...tentação fatal..stigmata...o preço da inocencia....Entrevista com o vampiro..Curtindo a vida adoidado, Sem licenca para dirigir, Elvira a rainha das trevas, E.T ( Drem barrymore criancinha), Os fantasmas se divertem, Colcha de retalhos( Winona rider), Glibert Grape. CLoser- Perto demais '' hello stranger''..

terça-feira, 16 de setembro de 2008

A bordo sem retorno..

Sábado a noite os convites para entrada em Sodoma e Gomorra, são jogadaos ao vento, entregados irresponsavelmente a qualquer cretino que passe na porta naquela ocasião. Neste baile de mascaras, você pode ser o que quiser, pinte-se como o garanhão e o macho comedor, a gatinha doce que sobe pelas paredes quando fecham-se as cortinas, o perdido confuso que não sabe se come ou se dá, ou se vê quem quer comer... Você pode rir, falar pelos cornos, exageradamente, (como queria ser uma garrafa de cerveja para não ter ouvidos), pode dançar a sua musica preferida, pode beber, gorfar e engolir a sua estupidez. A festinha no quintal do puteiro não tem fim, enquanto houver noite, haverá tentativas ridículas e patéticas de exibicionismos ritacadilaquianos e não adianta subir no trapézio de ponta cabeça, isso qualquer idiota já está drogado de fazer. Mas nesta festinha enquanto houver lua, você esta mortalmente proibido de tirar a sua mascara de pierrô, e nem adianta tentar fazer a colombina arrependida, vai ser um pouco em vão querida! Enquanto as estrelas rirem da sua cara pálida no céu, você estará sufocado com sua fantasia pesada demais, suas amordaças estaram incrustadas em seus sentimentos, nenhum vácuo sequer escapa, parece que alguém te notou, foi tolice sua, todos estão em outra dimensão. Você vai querer mostrar a sua melhor foto de lições aprendidas, os seus discos riscados sem ruídos perceptíveis, a sua melhor letra cursiva cardiológica, o seu tênis colorido que ganhou no natal atrasado, comprado com seu salário sacrificante. Foda-se baby, jogue tudo fora e de descarga, estão sóbrios demais para isso. Você vai querer olhar e tentar enxergar a luz que vem em sua direção, mas os faróis dos carros dos minotauros soltos pelos deuses malvados te impedirão, você vai querer vomitar o que engasga em sua veia cardionaria, mas uma tragada a mais abafa pra mais uma primavera fictícia. O dialeto torrebabelionico fará você surtar pelo menos umas 70 vezes nesta noite, sua alma se esconderá de você na calçada suja com os mendigos, e como uma criança rebelde que foge dos pais, é sua missão correr atrás dela e agarra-la pelo braço antes que seja tarde para isso. Mas não pensem vocês, senhoras e senhores, cavalinhos e vaquinhas sem pasto, que a festinha termina por aqui... A noite esta só no primeiro suicídio..

sábado, 26 de janeiro de 2008

chaplin..como eu!

Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei, já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, "quebrei a cara" muitas vezes, já chorei ouvindo músicas e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial e acabei perdendo! Mas vivi! E ainda Vivo! Não passo pela vida... e você também não deveria passar. Viva! "Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante."

Charlie Chaplin

Calendarístico!

Nada como uma xícara de café com leite com uma fatia de pão com manteiga pra acorda na madrugada de segunda-feira normalzinha, saudando a novíssima semana que vem pela frente. E cotidianamente, a gente vê pelos dias calendaristicos, que não há nada melhor do que um dia após o outro, terça após domingo e assim semana após tempo. Só com o tempo após tempo, é que alguém percebe que o amanhã da centésima-feira pode ser melhor do que o ontem do sábado inútil, de que é possível burlar o histórico estigmatizado do ano passado ou retrasado. Na segunda-feira, ou talvez na quinta as 9:35 da noite, quando já não tem esperança de esperarem surpresas pode ser que alguém se surpreenda. Pode ser que a carta que você nunca esperou chegue ate você e você sorri, meio com medo e meio com quase pedindo desculpas ou licença para sorrir, mas sorria assim mesmo. Pode ser que na terça após o almoço a menina nem tão bela assim, mas nem por isso não a única para você, queira te conhecer. Só pra ver se você é real, e ai você vai fingir que não é real, porque as meninas nem tão belas assim não gostam de meninos reais. Ninguém no fundo gosta de parecer real, os meninos sempre fingem para as meninas nem tão belas assim que não são reais, assim eles parecem espertos... Pode ser também que o espelho colabore com você a noite quando já esta quase na hora de dormir e te encha de orgulho com reverencias pelo seu charme e beleza que ninguém quase nunca vê, mas que é tão óbvio como 2 + 2 = 5. Talvez você devesse usar all star todas as segundas, terças e quintas, e sábados também, mas lembre-se que às vezes o espelho passa uma impressão de mentiroso, mas ele quase nunca tem razão. O domingo não se pode levar em conta, domingos não existem, o dia dos mortos é uma ilusão, são feitos apenas pra encher a folhinha, domingo se você morrer ninguém se Dara conta, só lembrarão de você na segunda, se você não bater o seu cartão. Os meninos espertos sempre morrem no domingo e as meninas nem tão belas sempre dormem no domingo, alias elas sempre dormem, só sabem fazer isso, deveriam saber morrer também, assim como os meninos espertos. Tem muita menina nem tão bela querendo se passar por meninos espertos, mas é mais fácil tirar um sorriso de um paulistano da nada fútil Consolação ou um ferrado carente desprezar seus cinqüenta cigarros leais do que uma nem tão belas assim, conseguir tal façanha. Podem ate tentar, mas terão que nascer de novo e comerem grama com sal. Mas mesmo assim, nunca saberiam ressuscitar na segunda de manha, pois sinto informar que somente os meninos espertos falecem em seus sonhos no domingo, enchem o peito na madrugada e quando o galo canta a cada alvorada, outra folha vira sem nenhuma permissão, com heroísmo imperceptível, mas sempre fundamental.

A cada devaneio.

A cada devaneio, a cada tempestade de idéias contra mim, a cada sonho quebrado, a cada coração partido, despedaçado sem motivos reais. A cada subordinação de minha fuga para meu destino implacável, sempre desencanto e me viro contra mim. A cada caída, a certeza de novas caídas. E portanto novas retomadas, novos recomeços. A cada constatação de uma loucura pessoal, exclusiva e perceptivelmente egocêntrica e isolada, as frestas dos espelhos da aura da vida me estapeia na cara e grita comigo. Mas nem sempre escuto, nem sempre estou acordado, como sempre lamento e volto pra trás. Como sempre me repuxo e puxo-me pra alem dos meus sonhos, ultrapassando os acontecimentos e enxergando novas tempestades, benditas tempestades que transformam. A cada letra pra me explicar, por nada gritar, por escritas abafadas com buscas patéticas, mal resolvidas e quimeramente compreendidas. O sol bate agora e esquenta o som dos raios vitais, sacode os sentidos e invade nossos poros. E a cada sol raramente divino, me lembro de cada devaneio, tempestade e realmente divinos, e tão necessário e vital como a água, como o pão que você sobrevive, que você segura e agoniza. A cada sol, seca a tempestade e anuncia quietação vilã e patética, pálida e insegura, fria e tola. Quero sol e tempestades, quero engessar meu pescoço para não olhar para trás, me estapear toda vez que quiser ignorar as tempestades e proibir de sentir meus segundos de sol.

Perdao nosso de cada dia!

Toda santa vida mais parece uma ciranda de perdões. Hoje você perdoa, amanhã chora pra ser perdoado. E não há na vida quem nunca errou E mais nunca ainda nesta vida Quem pra sempre tenha errado. À tarde a mãe chora pelo perdão da filha, Mais tarde ainda, a filha chora pelo choro da mãe pelo perdão não perdoado. E geração unida Mãe e filha choram mais ainda Quando não dá tempo de lágrima recolhida, De palavra ouvida, E de coração calado. Chora pela falta de paz de coração perdoado. A ciranda gira quando geração unida entende E divinamente compreende Que pro coração fica calado Unicamente é errando que se aprende. E só o erro da sua vida ficando no passado, Merece pela minha vida ser perdoado.

Escrito na noite de 16 de abril de 2oo7, deitado na cama com caneta e papel.

Saudades de um tempo que nao vivi..

Sinto saudade de um tempo que não vivi, engraçado, mas é mais real e provável do que se possa imaginar. Muita gente acha que nasceu na década errada, que nasceu no país errado, que nasceu na família errada... Meu sonho em uma certa fase de minha vida sempre foi morar em um destes países nórdicos, onde é sempre frio, com folhas secas de inverno, ou destes retratados em filmes americanos, que serviam de cenário para os filmes de Maucalain Culkin e para a minha série de tv americana preferida (na minha opinião, a melhor) Dawson’s Creek. Queria falar inglês como eles, usar calças jeans, luvas e gorro o tempo todo, fumar cigarro e ver a fumacinha se misturando com a neblina, brincar de correr entre as árvores de uma daquelas enormes florestas que sempre escondem um riacho, ou então um lago com um barco velho abandonado por alguém. Queria estudar naquelas escolas, embora nem me interessaria dessecar os sapos, e guardar as minhas coisas nos armários daqueles colégios. Detestaria a competição entre os líderes dos jogadores de futebol americano e o desprezível interesse das teenagers pelos melhores jogadores do time. Essa poderia ser a década de 90. Mas a minha preferida é a 80. Ao mesmo tempo em que gosto da calmaria dos lugares paisagísticos e cinematográficos que acabo de descrever, sinto-me profundamente seduzido pelo perigo e pela divertida década do ano em que nasci. A década de 80 rica pela música, por U2 e Cazuza, pelos melhores desenhos animados, alguns exibidos no programa da Xuxa que lançava moda com suas botas e seu figurino, inquestionavelmente trash, concorrendo com o Tom e Jerry, Pernalonga, o saudoso Pica-pau, cavalo de fogo e a princesa Sara, do Tio Silvio Santos que presenteou o Brasil com o genial Chaves, e insistia em empurrar novelas mexicanas goela abaixo do povo brasileiro. No final desta década me lembro de minha mãe reclamar do diabo da inflação, que sempre subia os preços e não permitia ninguém comprar nada. E não deixava mesmo. Pois nunca pude ter um atari, um ferrorama e nem um Supermassa, a alternativa foi me contentar com um pirocóptero e colecionar meus álbuns de figurinhas do chiclete ping-pong, que hoje considero minhas relíquias. Mas enfim, eu não fui adolescente nos anos 80. Não freqüentei as discos e nem acompanhei a moda daquela época. As lembranças daquele lugar fictício ainda continuam vivas na minha memória e um dia quem sabe, talvez eu as reencontre. E definitivamente, minha família não se parece nem um pouco com aquela família do comercial da margarina. Meu pai, diferente do que eu idealizava, nunca usou ternos e gravatas. Mas com suas imperfeições e descaradamente humanizadas, minha família que grita, que berra e que sempre briga, também ama, protege, se une e pede perdão. Talvez sempre tenha vivido num mundinho imaginário, paralelo da realidade, que pudesse me garantir segurança e felicidade. Mas com 22 anos, e cada dia mais aprendendo a viver, sempre descubro que a vida real pode ser mais fantástica, emocionante e principalmente humana do que qualquer outra fuga de vida surreal.