Toda santa vida mais parece uma ciranda de perdões. Hoje você perdoa, amanhã chora pra ser perdoado. E não há na vida quem nunca errou E mais nunca ainda nesta vida Quem pra sempre tenha errado. À tarde a mãe chora pelo perdão da filha, Mais tarde ainda, a filha chora pelo choro da mãe pelo perdão não perdoado. E geração unida Mãe e filha choram mais ainda Quando não dá tempo de lágrima recolhida, De palavra ouvida, E de coração calado. Chora pela falta de paz de coração perdoado. A ciranda gira quando geração unida entende E divinamente compreende Que pro coração fica calado Unicamente é errando que se aprende. E só o erro da sua vida ficando no passado, Merece pela minha vida ser perdoado.
Escrito na noite de 16 de abril de 2oo7, deitado na cama com caneta e papel.
sábado, 26 de janeiro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário